Tv ou Web?!Google Tv o jeito web 2.0 de assistir TV

Imagine que você chega em casa à noite com uma enorme vontade de assistir um filme policial. Mas não tem nenhum em mente. Então, liga sua TV, no canal à cabo? Claro que não, sintoniza a Tv com o google na web e procura por filmes policiais. Zilhões de opções irão aparecer. E agora? Por qual decidir?

Bem-dita seja a cauda-longa, o google com o comportamento 2.0 garantem que você poderá escolher o filme policial cuja história acontece em Dresden na Alemanha com uma protagonista feminina que possui uma delicada pinta sensual abaixo dos lábios. Ah! Achei o que procurava. Entretanto, não posso ver o filme apenas, é preciso ler as mensagens dos diversos meios digitais e ainda fazer o relatório para o dia seguinte. Em uma única tela e zap! Já troquei de filme e respondi ao msn, twittei algumas cenas sensacionais do filme e em poucas linhas sintetizei o relatório. E ainda postei alguns comentários no facebook.

Tudo em uma única plataforma. Bem, voltando a TV o Google entendo que passamos a vida em eterna busca, muitas vezes do nada, criou um sistema que leva comandos da internet à programação televisiva permitindo encontrar resultados tanto da televisão (canais FOX e USA nos Estados Unidos) quanto da própria internet (Fox, Hulu e Amazon, também tendo como parâmetro os EUA). Usuários também poderão gravar o conteúdo, por meio do sistema digital DVR. Informações podem ser conferidas no http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u738097.shtml.

Agora vamos mais longe: imagine a força da busca do Google com a segmentação da Amazon com o conteúdo global (Hollywood, bollywood, etc e tal)! É muita “longitude” para pouca cauda.

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T1K, twitter above 1K

 Assim como aconteceu com o Orkut, ter muitos seguidores pode significar mais do que 15 minutos de fama e mais alguma grana extra do marketing das empresas, cada vez mais afoito por investir em redes sociais.

A febre no Twitter, já que ser twetteiro não é mais novidade, é ter mais de mil seguidores, ser T1K (Twitter above 1K)! Imagine mais de mil pessoas dando ouvindo aos seus conselhos, dicas e interessadas em saber quando foi ao banheiro ou comeu rabanada na rede social que mais cresce no Brasil (depois do Orkut)… Show de bola para o marketing, pois falar com eles reverbera assunto nos mais importantes Blogs do Brasil.

E lógico que já tem gente pensando em fazer dinheiro com isso. Alguns sites americanos “vendem” seguidores, veja só na figura deste artigo como é barato conseguir 5 mil seguidores: $ 104.97 !

Outros para ganharem visibilidade (entenda seguidores) escrevem na web e em seus blogs gratuitamente as dicas para construir uma rede de muitos seguidores. As dicas são ótimas:

– descobra o tema que são mais retwittados para retwittar também

– tenha um design da hora no seu twitter

– escreva muito no seu blog sobre o twitter (e Ops…..! Se a maior parte dos twitteiros são jovens da geração Y e final da X, como vão escrever se nem conseguem passar de 3 palavras?!)

A pergunta que fica é “estes seguidores darão ouvido a sua mensagem, ou também ganham alguma coisa para seguir alguém? É um comportamento natural de associação por idéias, valores, temas?”

Então, é preciso rever o que significa para uma marca estar na boca de mil pessoas, afinal, serão pessoas que consomem seu produto, já que a afinidade é construída e não-espontânea?

O que vemos viralizar e brilhar na internet é o trash, aquele conteúdo divertido, descartável, que muitos comentam em pouco tempo e logo se deleta da máquina e da cabeça. E para isso o Twitter é show, pois o que se tem de nada escrito lá é aos milhares. E aí as perguntas voltam, sua marca quer estar no meio do nada? E o blogueiro irá mesmo alavancar vendas, ou seu poder está mais em detê-las?

E o que importa? O que vale é estar na crista da onda e posicionar sua marca como inovadora a qualquer custo, afinal, quem está nas redes sociais é visto como vanguarda, uma bandeira nem sempre lucrativa. E como cantava uma canção popular nos anos 8O, “aonde a vaca vai, o boi vai atrás…”

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O Twitter e o pequeno empresário. Uma história de amor!

Primeiro foi a vez das grandes marcas ao usar o Twitter para fazer negócio. O microblog é o supra sumo da comunicação dirigida. Dirigida para quem escolher seguir sua marca e quer notícias instantâneas.

Agora é a vez dos pequenos empresários. Como o canal não possui custos para os posts como pessoa jurídica, todos podem usá-lo gratuitamente, basta ter boas ideias e estratégias inovadoras para usar esta ferramenta poderosa na divulgação do negócio. 

O Feedback” instantâneo, pois  o Twitter significa um grande bate-papo coletivo, ou seja, é o boca a boca turbinado. Isso porque um usuário pode republicar o “tweet” (mensagem) de um produto ou marca a todos os seus seguidores que poderão multiplicar imediatamente para os respectivos seguidores e assim levantar um grande buzz. 

A empresária Cris Paz, proprietária do ateliê  Chez Cris, usa o twitter para fazer os seus lançamentos. “Lancei um kit com três fronhas bordadas e três sapatinhos para bebê. Coloquei uma chamada no Twitter com o link para o site e vendi tudo. Uma hora depois, tinha vendido os 12 kits que estavam prontos e recebido várias encomendas”, conta. E usa o twitter de uma forma muito simples: publica um link para fotos de um novo produto e em pouco tempo fica sabendo como o mercado reagirá.

A questão é, apesar de ser gratuito para a empresa estar no Twitter, é preciso participar ativamente, pois exige bastante tempo de dedicação. No caso da empresária Chris Paz, ela acorda às 6h da manhã para trabalhar e logo cedo faz posts no blog, depois ao longo do dia tem que acompanhar o que acontece e ainda fazer novos posts. Estar presente significa particpar ao longo do dia.

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Realidade Aumentada, a Era do hiper.

Cada vez mais se fala em um menor espaço de tempo de novidades. As inovações serão o padrão do futuro. Quem não acordar com uma “big idea” todos os dias terá seu sucesso comprometido no dia seguinte… Um cenário pessimista do futuro? Um um novo comportamento a ser adotado? O que importa é que a tecnologia está aí turbinando o cotidiano com novidades  que podem ou não ser bem aproveitadas pela sociedade.

Vamos ver a REALIDADE AUMENTADA: vivendo ainda no momento onde tudo tem que hiper, mega e ultra, a tecnologia digital cria a possibilidade de vermos um ambiente virtual com elementos do mundo real. Ops, o que isso?

Para Ronald Azuma, que possui a descrição mais aceita,  Realidade Aumentada (ou simplesmente RA) é um ambiente mistura o real com o virtual, criando um ambiente misto em tempo real. A princípio pode parecer apenas muito divertido, mas a tecnologia “RA” poderá ter aplicações muito úteis e interessantes. Imagine na educação, será útil em qualquer ponto da escalada estudantil, seja no jardim com os primeiros passos da alfabetização, no ensino fundamental e médio com aplicações em Ciências, História, Geografia, Física ou Química. E no ensino universitário então? Show para os cursos de engenharia, Medicina, Odontologia, entre outros.

Entretanto, vamos focar no marketing que é mais a minha praia: o que podemos fazer com “RA” para estimular as vendas e apoiar a equipe comercial? Pense, pense, pense! Veja no link a seguir como podemos usar a tecnologia para auxiliar um cliente no processo de “compra”.

http://www.facebook.com/video/video.php?v=93786512351″.

O que você achou desta aplicação? útil para quem está definindo sua empresa de transporte? Apesar de ser uma ilusão, mostra como como você pode enviar sua encomenda, de forma muito útil e como um serviço muito conveniente. Fácil! Estamos vivendo tempos de coisas sempre novas propiciadas pela tecnologia, mas de que adianta a tecnologia sem uma  “big idea” para dar um sentido prático?

Feito pela AQKA para United States Postal Service (U.S. Postal Service).

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A vida em ciclos. Tudo vem, vai e depois volta com outra roupagem. Jonas Brothers, o sucesso dos irmãos certinhos.

fotos de Sergio Alberti/uol

fotos de Sergio Alberti/uol

 É interessante a capacidade do ser humano em reciclar os movimentos. A música é um bom exemplo disso: já passamos por muitos momentos, oscilando entre os anos dourados, o rock pesado, o pop da bad girl Madonna, e vemos uma nova onda pegando tamanho nesta geração tão zapping e pouco fiel: a banda dos irmãos Jonas Brothers.

É incrível a capacidade de mobilizar tantas gerações no mesmo show. Vi de tudo lá, kids de 5 anos,  tweens de 11 anos, adolescentes de 16,  jovens de 20,  mães,  pais e avós das gerações X e babyboomers. O que importa?! Todos cantaram juntos as mesmas canções bonitinhas da vida.

 Para as crianças é uma antecipação do entretenimento que viria somente após os 16 anos,  para as adolescentes um encontro mágico com os sempre ídolos adorados nesta idade (e não importa a geração que se pertença, o comportamento continua o mesmo),  para os rapazes a banda que projetam ser um dia,  e para os pais a tranqüilidade de um bom exemplo na mídia e na cabeça de seus filhos.

 O cheio (mas não lotado) Estádio do Morumbi, recebeu a todos em paz,  sem empurra-empurra ou brigas, ou fogos de artifícios. Um show para cantar e dançar nas arquibancadas. Não faltaram binóculos, faixas e camisetas do grupo, nem mocinhas enamoradas para Joe, Nick e Kevin. É a mesma tietagem dos Beatles. O que muda é a idade, pois hoje tudo acontece mais cedo. Será que essas crianças e jovens deixam de viver alguma coisa importante? É provável.

 Nos blogs dos fãs é possível acompanhar a paixão das meninas, as letras, a importância destes rapazes para estas moças. Cartas, bem nem pensar em escrever no papel, afinal na internet um monte de gente pode ler, comentar e interagir com os comentários de todos. Esta é a lei desta leva de fãs. Trocar fotos, pensamentos e sentimentos pela mesma banda.

 E de repente, no meio do show, peguei um pensamento: especial não são os meninos da banda famosa do Disney Channel, mas a capacidade que tiveram de unir pais,  filhos,  irmãos,  tias e avós em um único lugar para curtirem juntos músicas. Momentos cada vez mais raros no dia-a-dia.

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TV no celular. Como será o seu futuro?

Há quem diga que o celular será a grande plataforma tecnológica de convergência das mídias. Nem computador e nem as mídias tradicionais. O celular!

Veja,  com a Tv já está acontecendo. Os primeiros a pensar nas oportunidades são os publicitários, afinal precisam achar outra galinha dos ovos de ouro já que os 30 segundos na Globo estão com os dias contatos com a TV digital. Os segundos são as operadores de de telefonia móvel que poderão garantir pacotes mais rentáveis e geradores de fidelidade.

 E o consumidor, pensa o quê? Quer vercomercial de sabão em pó no celular? Ou assistir à Gloria Pires na telinha do celular? Segundo Alexandre Buono,gerente de serviço agregado da TIM,  “a pequena quantidade de aparelhos equipados para o recebimento das imagens de TV e o desconhecimento do usuário sobre o serviço são ainda os fatores negativos para o crescimento da TV no celular” neste momento no País. Mas, conforme notícia do Meio & Mensagem (http://www.meioemensagem.com.br/novomm/br/Conteudo/?Futuro_da_TV_no_celular_tera_varios_modelos ), o já existe um comportamento de uso do celular como tv crescendo e o “ conteúdo adulto, em média, representa de 60% a 80% do conteúdo de downloads de vídeo em celulares no Brasil e o público é na maioria homem.”

 A MTV também e já se movimenta neste segmento com um canal onde há espaço para todas as formas de distribuição de conteúdo em vídeo. Diariamente são editadas quatro horas de programação da MTV com veiculação no dia seguinte, disponível em todas as operadoras de celular do País. È um reaproveitamento do conteúdo e da produção do que vai ao ar para a plataforma celular.

Será que este novo canal não precisaria de uma produção específica, com uma linguagem mais adequada para sua plataforma? Será que nós assistiremos o celular como assistimos Tv? Vamos zappear entre os vídeos e os conteúdos disponibilizados?

 Objetividade talvez seja a grande “pegada” deste novo canal.

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On, off, digital ou TV? Um pastel especial para quem gosta de tudo

site da Promoção "O, lá em casa"

site da Promoção "O, lá em casa"

O mobile marketing ataca outra vez: desde vez é a Bombril com a promoção “Ô, lá em casa”  com 10 casas a serem distribuídas. O lance é votar no mais “bonitão”  que faz a sua campanha com as vantagens do Bombril. O grande diferencial é que as “chaves das casas” serão entregues por um galã a ser escolhido pelo público:  Cauã Reymond, ou Rodrigo Hilbert, ou Rodrigo Lombardi ou Malvino Salvador. Um verdadeiro show de internet com celular.

A interação é grande: você pode pedir para o bonitão ligar ou ligar para ele, votar nele ou escolher “presentes” virtuais. No hotsite http://www.bombril.com.br/bonitoes/ está rolando uma verdadeira competição entre eles. Cada ator convida as pessoas a cadastrar o seu número de celular para receber um telefonema (torpedo de voz). Na ligação, além de agradecer, o ator pede para que o usuário vote nele. Além disso, cada um deles também terá um número para o qual as consumidoras poderão ligar a qualquer hora para ouvir uma mensagem (o custo será de uma ligação para um celular de São Paulo). Nessa ligação, por meio de uma URA, além de ouvir a mensagem, as usuárias poderão deixar comentário sobre a promoção e/ou votar no candidato com quem estão “falando”.

E tem mais ainda, no evento de lançamento da campanha foram instalados sistemas de bluetooth para envio do making of das gravações e wallpapers com as assinaturas dos galãs. Além disso, 2 promotoras fizeram o cadastramento dos celulares dos presentes na entrada do evento e, no seu final,  todos receberam ligações dos atores, agradecendo a sua participação. E claro, que a TV nãopodia faltar, afinal dos 30 segundos da Globo ainda faz todo o sentido da cobertura.

É um show de on, off e digital fazendo a festa desse novo momento de comunicação.

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